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Paloma Pitaya traduz ritmos nacionais e argentinos para a linguagem do violino no álbum autoral 'Caprichoso Brasil'

Capa do álbum ‘Caprichoso Brasil’, da violonista e compositora Paloma Pitaya Estúdio Thiago Drummond / Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ A…

Capa do álbum ‘Caprichoso Brasil’, da violonista e compositora Paloma Pitaya Estúdio Thiago Drummond / Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ A arte tropical da capa do primeiro álbum autoral da compositora e violinista Paloma Pitaya, “Caprichoso Brasil”, evoca brasilidade que aparece mixada com toque erudito no álbum agendado para 25 de setembro. É que Pitaya – instrumentista de formação erudita e atuação na área de pesquisa das tradições musicais latino-americanas – alinha no álbum 13 temas autorais de inspiração geralmente brasileira, todos compostos para o violino. Nada menos do que 15 músicos tocam no álbum, como convidados de Paloma Pitaya, mas o mote de “Caprichoso Brasil” é o violino e eventualmente a rabeca, instrumento também tocado por essa musicista e compositora formada na Academia de Música da Osesp, onde estudou entre 2021 e 2023. Entre outras atividades fora do Brasil, Pitaya foi compositora residente da Fundación Antonio Gala, na Espanha, onde teve a ideia do álbum “Caprichoso Brasil”. A propósito, o álbum se origina do livro de partituras para violino solo também intitulado “Caprichoso Brasil”, concebido pela artista entre 2019 e 2020 durante a residência artística na fundação espanhola e publicado neste ano de 2026. No álbum, Paloma Pitaya expande o universo musical do livro ao harmonizar o violino e a rabeca com percussão, violão, sanfona, baixo elétrico e quarteto de cordas com arranjos que transitam entre o rigor da música de concerto e a pulsação vivaz das tradições populares. Cada um dos 13 temas do álbum “Caprichoso Brasil” é batizado como “Capricho” seguido do nome do gênero musical. Os ritmos, em grande maioria, são brasileiros, como sinalizam temas como “Capricho baião”, “Capricho frevo”, “Capricho maxixe”, “Capricho samba” e “Capricho xote”. Contudo, a violinista também incursiona pela chacarera – ritmo argentino de origem rural – e a milonga, gênero que transita entre Argentina, Uruguai e o estado do Rio Grande do Sul. Ao produzir o álbum “Caprichoso Brasil”, a intenção da instrumentista foi investigar como esses gêneros musicais podem ser reinterpretados por uma compositora de formação erudita e traduzidos para a linguagem do violino.

Perguntas frequentes

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Mariana Duarte

Mariana Duarte

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